Um povo sem voz

Todos pensam ter o direito de chegar no estado de São Paulo e berrar suas imposições e opiniões, como a Casa da Mãe Joana. A todos dizem ter o direito de manifestação. Menos o paulista!

Ninguém o questiona se concorda ou não com eventos que são feitos, com leis que são criadas, com condutas de gentes de outros estados. A ele cabe calar-se. Ele é um criminoso se opinar diferente.

O cidadão sofre intimidações de órgãos político-partidários como MP, OAB, PF, Judiciário, imprensa, etc na tirania racista brasileira.

Além do mais, diferente dos demais, é uma maioria silenciosa, não dada a organizar manifestações, pois é impossível em horário de expediente.

Por isso o paulista deve passar a se defender, amar a sua terra, e atuar. Sem ligar para a gritaria dos que nos exploram, e não querem ser contrariados.

Voce pode dizer.. Carioca nao vota em paulista; Baiano nao vota em pernambucano; Paulista nao vota em nordestino? PODE SIM!

Veja o que diz a Procuradoria diante da denúncia "mineiro não vota em paulista":

"não configura ilícito eleitoral" e "não se amolda em nenhuma hipótese à lei do racismo"




Portanto, como os direitos são iguais, e não foi crime alguém dizer que determinada região "não vota em paulista"...
você tem todo o direito de dizer:


Você pode dizer sem medo. Pois a igualdade de tratamento é mandatória, e o Brasil comete crime se lhe conceder direitos inferiores.

PAULISTA NÃO VOTA EM NORDESTINO


Movimento aciona Conselho Nacional do MP contra procurador que se recusou a processar Racismo contra Paulistas

EM CONSTRUÇÃO


Será mostrado caso em andamento no CNMP contra procurador alagoano que se recusou e denunciar o autor da frase: "paulista é povinho imundo"

Ministério Público e Judiciário brasileiro denunciados na OEA por Discriminação Racial

É público o tratamento discriminatório praticado por estes órgãos quando, por exemplo, um nordestino agride paulistas. E quando um paulista se manifesta sobre a subjugação tributário-eleitoral ao Nordeste.

São órgãos - juntamente à OAB - de perseguição racial e ideológica.


Estes e a questão da Discriminação de Direitos Políticos na Câmara Federal (no qual um paulista tem peso inferior aos demais seres humanos) foi denunciado a órgãos internacionais, expondo o Brasil como um país racista.


Paulistas denunciam Brasil na OEA por suas agressões contra o Estado de São Paulo
É o Projeto "São Paulo na OEA" cujo texto integral está aqui.

Uma terra estuprada



É sabido que oriundos de outros estados migram para São Paulo, e concedem a si o direito de invadir e apoderar-se de terrenos na terra paulista; insultando assim livremente o povo local. Algo que nem o próprio dono da casa o faz, o de fora faz dentro da casa dele. Antes, aquele sacrifica-se para honestamente pagar aluguel ou financiar algo próprio durante toda sua vida.

Nem é preciso dizer que, deixando de pagar a moradia como os demais (sendo mais fácil tomar de graça na terra paulista) - além do roubo de luz e água - sobra para aquisição de veículo, eletroeletrônicos, viagens, etc. Coisas que aumentam a qualidade de vida às custas dos sacrificados.

O invasor se fixa no local que tomou, o Estado concede infra-estrutura na região. Passa-se o tempo; assim tornam-se "donos" destes "imóveis", sem que se saiba ou mencione a forma que foi adquirido. Tornam-se "os proprietários" daquele espaço público que roubaram e apoderam-se; mediante esbulho, esperteza, e desprezo pelos costumes locais.

Premiados pelo crime, há ainda os que recebem a propriedade nas chamadas "regularizações fundiárias", dos locais que usurparam.

"Ora.. mas eles são pobrezinhos com direito à moradia. Portanto, invadem porque não tem onde morar", dizem os cínicos. Certamente não brotaram ali onde invadiram. Vieram geralmente de estados que lhes desprezam, e nos quais não invadem.

Pessoas que vivem honestamente foram lesadas, ao assistir ignoradas e impotentes, estes criminosos tomarem o que é do nosso estado. Fruto de culturas diferentes que permitem o que a nossa não ensina. A isto - como se sabe - chamam "construir São Paulo": apropriar-se de terras do povo paulista e levantar favelas, receber creches e hospitais públicos estaduais. O que não ousaram fazer em suas benevolentes e paradisíacas origens.

Se for feito um Levantamento de todos os atuais "imóveis" que são frutos de terrenos invadidos há décadas, se verá quanto a terra paulista foi saqueada, depenada, vilipendiada, violentada por estes. Juntamente com seu povo.

É preciso acertar estas contas, e não deixar por isto mesmo, para a posteridade. 

Diante disto, todos estes que possuem locais, frutos de que um dia foram invadidos (ou que venderam locais invadidos para outros) devem ressarcir São Paulo. Ainda que simbolicamente através de um irrisório "Imposto por local invadido". A fim de reconhecimento de que a aquisição (por si ou ascendentes) foi tomada da integridade do povo paulista, a quem ele deve reparação.