Uma terra estuprada



É sabido que oriundos de outros estados migram para São Paulo, e concedem a si o direito de invadir e apoderar-se de terrenos na terra paulista; insultando assim livremente o povo local. Algo que nem o próprio dono da casa o faz, o de fora faz dentro da casa dele. Antes, aquele sacrifica-se para honestamente pagar aluguel ou financiar algo próprio durante toda sua vida.

Nem é preciso dizer que, deixando de pagar a moradia como os demais (sendo mais fácil tomar de graça na terra paulista) - além do roubo de luz e água - sobra para aquisição de veículo, eletroeletrônicos, viagens, etc. Coisas que aumentam a qualidade de vida às custas dos sacrificados.

O invasor se fixa no local que tomou, o Estado concede infra-estrutura na região. Passa-se o tempo; assim tornam-se "donos" destes "imóveis", sem que se saiba ou mencione a forma que foi adquirido. Tornam-se "os proprietários" daquele espaço público que roubaram e apoderam-se; mediante esbulho, esperteza, e desprezo pelos costumes locais.

Premiados pelo crime, há ainda os que recebem a propriedade nas chamadas "regularizações fundiárias", dos locais que usurparam.

"Ora.. mas eles são pobrezinhos com direito à moradia. Portanto, invadem porque não tem onde morar", dizem os cínicos. Certamente não brotaram ali onde invadiram. Vieram geralmente de estados que lhes desprezam, e nos quais não invadem.

Pessoas que vivem honestamente foram lesadas, ao assistir ignoradas e impotentes, estes criminosos tomarem o que é do nosso estado. Fruto de culturas diferentes que permitem o que a nossa não ensina. A isto - como se sabe - chamam "construir São Paulo": apropriar-se de terras do povo paulista e levantar favelas, receber creches e hospitais públicos estaduais. O que não ousaram fazer em suas benevolentes e paradisíacas origens.

Se for feito um Levantamento de todos os atuais "imóveis" que são frutos de terrenos invadidos há décadas, se verá quanto a terra paulista foi saqueada, depenada, vilipendiada, violentada por estes. Juntamente com seu povo.

É preciso acertar estas contas, e não deixar por isto mesmo, para a posteridade. 

Diante disto, todos estes que possuem locais, frutos de que um dia foram invadidos (ou que venderam locais invadidos para outros) devem ressarcir São Paulo. Ainda que simbolicamente através de um irrisório "Imposto por local invadido". A fim de reconhecimento de que a aquisição (por si ou ascendentes) foi tomada da integridade do povo paulista, a quem ele deve reparação.





Um comentário:

  1. O povo paulista é lesado quando o nordestino sai da terra dele pra invadir terreno NOSSO ESTADO e usurpar. Isto é racismo que o paulista sofre

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